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acimadetudoviver

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31.03.15, acimadetudoviver

Este domingo foi dia de voltar às caminhadas, depois de uma pausa de um dia, não posso deixar que a preguiça me vença, mas não fui sozinha levei uma companhia de quatro patas, o meu cão Pantufa, porque é mais agradavel ter companhia. Para ele foi uma novidade porque ele não está habituado a andar à trela, mas dentro do possível portou-se bem, não fui a reboque o que já não foi mau.

Tenho mais 2 cães mas com esses é impossivel sair com eles à trela, estou a falar de um labrador e de um serra da estrela, e com esses sim, seguramente seria passeada por eles. Mas vamos ao que interessa, que é a caminhada, foi mais longa que a outra, embrenhei-me literalmente no Pinhal, o meu cão adorou a ideia, pois enfiou o focinho em tudo o que poderia ser susceptível de ser uma toca de um outro animal, foi divertido, claro, muito mais do que se tivesse ido sozinha. O meu companheiro de 4 patas não se queixou uma única vez, mas chegou a casa ofegante e depois de beber bastante água passou uma tarde santa a descansar. Esta semana ainda não voltei ao exercício, porque isto nem sempre é como eu gostaria e os horários alteraram-se com saídas para trabalhar mais cedo, mas continuo empenhada em não parar, pois mais uma vez senti-me muito bem quando cheguei. 

O Regresso às Rotinas Saudáveis

27.03.15, acimadetudoviver

Hoje foi dia de recomeçar as caminhadas, sim ainda vou nas caminhadas porque ainda não me sinto fisicamente preparada para correr, aliás hoje tentei e tenho a dizer que por minutos pensei que fosse desfalecer. Já não me mexia à meses e isso notou-se hoje quando comecei a sentir os músculos e me insultei por ter ficado tanto tempo parada. Quando me lembrei de dar uma pequena corrida a sensação que tive é que os meus músculos estavam a esticar e podiam rasgar a qualquer momento, não foi bom. Claro que tudo isto era dispensável se eu não tivesse sido preguiçosa e não me tivesse alapado em frente à televisão estes meses com a desculpa de que estava frio.

Há tempos a propósito de voltar a fazer desporto o meu filho disse que quando moravamos na Parede eu ia todos os dias correr para a praia e isto é pura verdade. A motivação também era outra  é verdade, pois morando a 100 metros da praia, é mais fácil, mas agora também não estou mal, tenho campo com fartura e quando digo campo refiro-me ao Pinhal antes de chegar à praia da Fonte da Telha. Agora é só manter a motivação e continuar com frio, sem frio, com sol, sem sol tenho é que fazer um boicote à preguiça porque o depois é tão gratificante, sinto-me tão bem, o sorriso no meu rosto é o resultado do sorriso do meu corpo.

O Outro Lado da Maternidade2

27.03.15, acimadetudoviver

Esta semana é o lançamento de um livro de Filipa Fonseca Silva que está a causar bastante polémica, o livro cham-se " O que uma mãe descobre" e fala sobre o que a autora sentiu quando foi mãe e sobretudo a parte menos boa de ser mãe, sim porque nem tudo são rosas. Eu descobri esta escritora à pouco tempo, mas gosto da forma como ela escreve, embora ainda não tenha lido nenhum livro, já li alguns textos do blog dela e também crónicas publicadas noutros blogs. 

Eu tenho lido alguns comentários a propósito do laçamento do livro e nem todos são amorosos, aliás alguns são bastante despristigiantes, claro que toda a gente tem direito a ter uma opinião, claro que há temas com os quais concordamos e outros não, o que eu não acho tão claro é que se insulte uma pessoa porque não se concorda com o que ela escreve, com a sua opinião que neste caso é baseada em vivências suas.

Eu já escrevi aqui sobre as pessoas expressarem as suas opiniões como se fossem verdades absolutas e isso não é bom, porque somos todos diferentes e por isso temos opiniões diferentes sobre vários temas.

A maternidade é um tema que levanta sempre muita polémica, ainda não percebi bem porquê, eu acho que é algo pessoal, que tem a ver com cada um de nós e como nós vivemos o dia-a-dia e também como fomos educados, o que resulta para uma familía pode não resulatr para outra. Eu costumo dizer que me sinto um peixe fora de água nas reuniões da escola do meu filho, mas desde sempre. A minha principal preocupação é que ele respeite toda a gente e que seja educado, não exijo mais nada de resto tem carta branca para tudo, quero é que ele seja feliz. Sou muito despreocupada, acredito que não vale a pena levantar dúvidas sobre coisas que ainda não aconteceram, não tenho a mania que o meu filho é melhor que os outros porque sei que as crianças tem uma imaginação fértil e daí espero as coisa mais mirabolantes. Costumo-me guiar por aquilo que eu fui em criança e apartir daí estou preparada para que o meu filho seja tão reguila ou mais do que eu.

No Tempo Certo

26.03.15, acimadetudoviver

Há alturas em que me dá para pensar mais na vida, por assim dizer, ponho-me a pensar que podia ter tomado decisões diferentes, que podia não ser tão apressada, que às vezes, só às vezes deveria ponderar mais e ir com mais calma, não fazer nada como se o mundo fosse acabar amanhã. Penso sobretudo de que forma isso pode ou não afectar o meu filho, eu tento que as minhas decisões não interfiram com ele mas às vezes é pura utopia porque ele é meu filho vive comigo por isso é natural que tudo o que me diga respeito interfira também na vida dele.

Refiro-me obviamente à minha vida amorosa, claro que eu não tenho que fazer voto de castidade porque tenho um filho, é natural que eu tenha um namorado mas penso muitas vezes de que forma isso poderá ser benéfico para o meu filho, que influência isso poderá ter na vida dele, e isso faz-me pensar se eu estarei a tomar decisões no tempo certo ou se por outro lado estou a apressar o tempo. 

O Outro Lado da Maternidade

25.03.15, acimadetudoviver

Este mês soube que uma amiga de sempre espera a chegada da cegonha que trará uma linda menina, fiquei feliz porque sei que é algo que ela queria muito, mas mais uma vez não vai ser uma "familía tradicional", como uma vez me foi dito pela directora da escola onde o meu filho andava, pois segundo ela a dita "familía tradicional" era composta por por mãe,pai e respectivos filhos, eu na altura não respondi mas ri, num sorriso de quem sabe que o filho é feliz assim como nós somos e isso é que importa. Por isso essa menina que vai chegar vai ser feliz e muito amada, assim pela familía dela independente da sua composição.

Quando o meu filho nasceu tive medo, muito medo, medo de estar sozinha, de não saber cuidar dele, de que alguma coisa corresse mal, de não conseguir que ele fosse feliz, houve dias que desejei não o ter, não ter que cuidar dele, houve dias em que desejei ter alguém que cuidasse de nós, de mim e dele, porque quando se está grávida só se ouvem as coisas boas da maternidade, e depois existe um grande vazio quando se sente coisas diferentes e eu comecei a pensar que era péssima mãe e por consequência senti-me horrível por às vezes querer ter de volta tudo o que ficou lá atrás antes de aquele ser que depende de mim entar na minha vida.

Depois o tempo passa e eu comecei a conseguir conciliar toda a minha vida, como qualquer mulher, com mais ou menos perfeição e consegui no meio da confusão inicial arranjar algum tempo para mim e hoje o meu filho não é só o meu filho é também o meu amigo e divertimo-nos muito como todos os amigos.

Dia do Pai

20.03.15, acimadetudoviver

Este post chega com um dia de atraso mas a emoção com que é escrito é a mesma todos os dias do ano.

Não tenho o melhor pai do mundo nem um pai perfeito, mas tenho um pai que ele consegue ser com tudo o que isso implica, com defeitos e qualidades inerentes a todos os seres humanos. Houve momentos em que gostei menos dele e houve outros que gostei mais, houve outros tantos que nos zangamos e muitos outros que fomos imensamente felizes, aprendemos a respeitar a personalidade um do outro e hoje conseguimos viver sem chocarmos, acho que é isso que se chama crescer.

O meu pai foi o melhor contador de histórias que alguma vez conheci, conseguia fazer viajar o meu imaginário através de um livro, o melhor inventor de brincadeiras e com uma paciência infinita para me ensinar a andar de bicicleta até eu me sentir confiante, por tudo isto e por tudo o que ele me ensinou e continua a ensinar, para mim é o melhor pai que eu posso ter.